Terça-feira, 11 de Maio de 2004

carta de amor, meu

hás-de vir.
hás-de querer o que já quiseste.
hás-de abrir os olhos e lembrar-te como se fosse hoje.
hás-de amar-me como nunca deixaste de amar.
hás-de de sentir o calor dos meus beijos enquanto dormitas na noite por não te aquecer, o verão.
hás-de morrer em ti para renasceres em mim que sou tua.
hás-de brindar champanhe e ver-me a dançar no copo espelhado.
hás-de comer o que ficou das nossas noites passadas e ter fome sem fim.
hás-de ler o que te escrevi e morder a língua, letras salgadas.
hás-de ver-me nos arquivos e deixar-te enlamear pela agonia de não me olhar.
hás-de ver que eu e tu somos tu e eu. somos nós. e não há outro nós como água e sal.

mar de mim, mar de ti.


mar
publicado por floreca às 18:32
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De mimosa a 12 de Maio de 2004 às 11:57
Quem é o sal?


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